Alter do Chão
Pequena vila balneária, antiga aldeia dos Borarí. Colonizada pelos portugueses e elevada a categoria de vila em 06 de março de 1758. Com população aproximada de 6000 habitantes que tem sua economia exclusivamente baseada no turismo. Paraíso encantado de rara beleza, visitado e reconhecido por turistas do mundo inteiro como o mais fascinante roteiro turístico do interior da Amazônia. As águas límpidas e quentes do Lago Verde originaram o apelido carinhoso de "O Caribe de água doce". Ele é circundado por extensas praias de areia fina e branca, que ficaram famosas até fora do Brasil. A beleza de Alter do Chão é um exemplo de preservação ambiental. Localizada em uma enseada do Rio Tapajós, distante 32 km do aeroporto e 35km do centro de Santarém, está estrategicamente situado no centro de uma região rica em fauna e flora, ecossistemas variados: lagos, igapós, várzea, terra firme, floresta, savanas, além de uma infinidade de praias habitadas e desertas com exuberantes coroas de areia onde se destacam Alter do Chão, Cururu, Ponta Grande no Arapiuns e Maguari. A partir de Alter do Chão é possível a prática de pescaria e piracaia, escalada, caminhada em trilhas ecológicas, passeios de lancha e barco, visita a comunidades tradicionais e às cidades vizinhas.
A vila possui toda estrutura turística necessária. Hotéis, pousadas, posto médico, telefonia, internet, transporte, restaurantes além de muita tranqüilidade e segurança. Possui ainda uma rica e deliciosa culinária e folclore de expressão nacional.
Nos meses de Janeiro à Maio, é considerada época das chuvas, que não são tão frequentes, a região possui um clima quente e úmido de floresta com temperatura média de 27oC.Entre os meses de Agosto a Janeiro, podemos encontrar as praias nas margens dos rios e de Fevereiro a Julho é o período de enchente.Consulte-nos e aproveite sua viagem com a melhor programação.
...mais sobre o turismo na região:
Encontro das Águas - Em frente à Santarém. Passeio passando pelo espetacular encontro das águas do transparente Rio Tapajós e do barrento Rio Amazonas, que, devido a densidade e velocidade diferentes, fluem lado a lado sem se misturar. No período de águas cheias (aprox. de março até agosto) podemos avistar a magnífica Vitória Régia, uma das maiores plantas aquáticas do mundo. No período de águas baixas (de setembro até fevereiro) teremos a possibilidade de ver os jacarés se esquentando na margem do Canal. No final da tarde assistiremos também a belíssima revoada de pássaros.
Ponta do Lago da Praia - uma belíssima praia de areias brancas e finas no Rio Arapiuns.
Lago Verde - um lugar de grande beleza natural de onde os índios Borari, antigos habitantes da região, retiravam pedras do fundo para a confecção do muiraquitã, amuleto em forma de sapo que traz a sorte.
Ilha do Amor - a belíssima praia e cartão postal da Vila de Alter do Chão, com exuberante coroa de areia de Agosto a Janeiro. Os outros meses é período de enchente.
Praia de Ponta de Pedras - Pequena vila de pescadores, às margens do rio Tapajós entre Alter do Chão e Santarém, com praias de inigualável beleza. Um dos cartões postais da região. Possui estrutura de alimentação;
Floresta Nacional do Tapajós (FLONA) - uma reserva florestal de 600.000 hectares repleta de floresta primária, praias, comunidades tradicionais, igarapés e igapós;
Comunidade de Urucureá - situada na boca do Rio Arapiuns e famosa por seu colorido artesanato de palha de tucumã.
Santarém - A cidade de Santarém ocupa uma posição privilegiada, exatamente na junção de dois lindos e grandes rios, o Amazonas e o Tapajós. Em frente da cidade podemos testemunhar um dos maiores espetáculos do mundo: o encontro das águas verde-esmeraldas do Tapajós com as águas ocre-argila do Amazonas, as quais correm juntas por muitos quilômetros sem se misturarem. Esse fenômeno está absolutamente acima de qualquer descrição ou comparação. É indispensável também a visitação ao centro histórico da cidade com muitos casarões centenários além das lojas de artesanato.
Belterra – Pequena cidade histórica com aproximadamente 15 mil habitantes. Fundada pela Companhia Ford Americana para a exploração de borracha natural na década de 30. Teve sua ascensão e declínio. Mantém as características e estruturas de cidade americana.
Orla de Santarém - Orla moderna, onde a sociedade de encontra a noite para curtir a brisa dos rios e de onde de dia se pode contemplar o encontro dos rios Tapajós e Amazonas. Nela tem o Terminal Fluvial Turístico (TFT), exposições culturais e de artes e farta gastronomia regional;
Museu da Cultura Tapajônica - Localizado na Praça de São Sebastião, de frente para o Rio. Instalado em casarão que faz parte da história de Santarém;
Zoológico - Parque zoobotânico (ZOOFIT) onde encontamos mais de 300 animais de várias espécies amazônicas. É possível também realizar trilhas e escaladas em sua área.